Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Sábado, Outubro 31, 2009
Domingo, Outubro 25, 2009
"Só navegar eu preciso
Já não vivo mais sem ti
Desamor não dá aviso
Vida minha
Te perdi
Minha verdade de homem
Se nega e desatina
Eu morro por tua fome
Perdição que não termina
Meu coração sem poesia
Vai desistindo de amar
Solidão é fotografia
No vazio do meu olhar
Trocar de alma
Talvez
Sentir outro sentimento
Virar meu corpo
Ao revés
Abrir novo ferimento
Meu destino não descansa
Com a dor que ninguém sabe
Dançar
Dançar essa dança
Até que um dia eu desabe..."
Diário de um novo mundo
Já não vivo mais sem ti
Desamor não dá aviso
Vida minha
Te perdi
Minha verdade de homem
Se nega e desatina
Eu morro por tua fome
Perdição que não termina
Meu coração sem poesia
Vai desistindo de amar
Solidão é fotografia
No vazio do meu olhar
Trocar de alma
Talvez
Sentir outro sentimento
Virar meu corpo
Ao revés
Abrir novo ferimento
Meu destino não descansa
Com a dor que ninguém sabe
Dançar
Dançar essa dança
Até que um dia eu desabe..."
Diário de um novo mundo
1752, um navio cruza o Oceano Atlântico. A doença e a fome comandam a embarcação. Um dos passageiros chama-se Gaspar de Fróes (Edson Celulari), médico e escritor. Seus diários descrevem os percalços da viagem, a chegada ao Brasil, a luta entre as coroas de Castela e Portugal, a descoberta do amor. Ele se apaixona por Maria (Daniela Escobar), esposa de um influente militar português. Mas são tempos de conflito e desesperança. E qualquer gesto de afeto pode ser interpretado como uma declaração de guerra.
Um dos melhores filmes que eu já vi, sem dúvida, esse marcou minha vida!
Um dos melhores filmes que eu já vi, sem dúvida, esse marcou minha vida!
Sábado, Outubro 24, 2009
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
Sexta-feira, Outubro 02, 2009
..."Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco — em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo “Olha que estou tendo muita paciência com você!”
Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro — filho, amigo, amante, marido — não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa — uma mulher."
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco — em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo “Olha que estou tendo muita paciência com você!”
Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro — filho, amigo, amante, marido — não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa — uma mulher."
Lya Luft
Sábado, Setembro 26, 2009
Domingo, Setembro 13, 2009
Sábado, Setembro 12, 2009
Domingo, Setembro 06, 2009
Esther é uma garotinha sem ninguém no mundo que cai nas graças de Kate, uma ex-alcoólatra cujo terceiro filho nasceu morto e, por isso, decide adotar uma criança. Os problemas em casa não são poucos. O marido é meio desligado e ela se culpa pelo problema de audição de sua filha Max, causado por um acidente. Tentando dar um novo fôlego para a família, Kate encontra Esther num orfanato.No início, a garota é educada, gentil e muito dedicada. Sua fala tem um leve sotaque, mas nada que atrapalhe sua compreensão. Sempre com roupas recatadas e uma Bíblia debaixo do braço, a menina sabe que é diferente e vive falando isso. Mas Kate, como mãe dedicada que é, explica para a nova filha que não há nenhum problema em não ser igual aos outros. Mal sabe ela o que está para acontecer em sua casa. Esther fica amiga de sua nova irmã, mas é hostilizada pelo primogênito, Daniel. Em relação aos pais, ela tem atitudes estranhas e sempre aparece na hora em que eles estão tendo alguma intimidade.
Se isso é por acaso ou proposital, só mais tarde iremos descobrir. A verdade é que ''A Órfã", que começa de forma quase humorística, se torna bastante violento. Esther é capaz de muitas crueldades. Kate passa a ser a única a desconfiar que Esther é má. Tudo terá uma explicação, em seu devido tempo... Muito bom!!!
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